Médica cubana afirma passar dificuldades em Nova Fátima após o fim do Programa Mais Médicos
A médica cubana Mariela Ambruster Almenares, está vivendo o oposto do que sonhou quando entrou para a faculdade de medicina em 1993, na época ela pensava realizar consultas, tratar pacientes; implementar ações para promoção da saúde; coordenar programas e serviços em saúde, efetuar perícias, auditorias e sindicâncias médicas; elaborar documentos e difundir conhecimentos da área médica, ou seja, atividades normais de uma profissional de saúde.
Mariela nasceu na cidade de Santiago de Cuba, formou-se em medicina, mas a falta de oportunidades em seu país lhe trouxe ao Brasil em 2013 através do Mais Médicos, programa lançado pela então presidente Dilma Rousseff (PT) com o objetivo de ampliar o acesso à saúde básica em áreas carentes e remotas do país, na época mais de 18 mil médicos cubanos atuaram em mais de 4 mil municípios do Brasil. Mariela trabalhou em Nova Fátima de 2013 a 2016 na atenção básica e realizava entre 300 e 350 consultas por mês.
Fonte: CN
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