terça-feira, 9 de outubro de 2012

Acidente em Nova Fátima deixa três mortos

Segundo testemunhas, no veículo gol havia pelo menos nove pessoas, quatro adultos e cinco crianças.
Um acidente envolvendo um veículo Vectra de placa NYS 3833 e um veículo Gol de placa JNQ 1292 vitimou pelo menos três pessoas por volta das 17h deste sábado (06), na BR – 324 região da cidade de Nova Fátima. Segundo testemunhas, no veículo gol havia pelo menos nove pessoas, quatro adultos e cinco crianças. O veículo ainda arrastava um reboque carregado com produtos alimentícios e outros utensílios de cozinha provavelmente utilizado para venda em feiras livres da região.
Uma mulher ainda não identificada ficou presa nas ferragens do gol e a princípio todos acharam que ela estava morta e não se fez nenhum esforço para salvá-la. Quase uma hora depois ao tentar tirar o corpo de dentro do veículo constatou-se que a mesma ainda tinha pulso e foi uma correria para que fosse retirada do local em uma ambulância do município de Nova Fátima.
Em meio ao cenário de desolação, uma criança de aproximadamente dois anos de idade estava jogada ao chão com um corte profundo na testa e várias escoriações. Populares cobriram o corpo da criança com um plástico preto achando que o mesmo estava morto. Depois de retirar os outros envolvidos no acidente para o hospital local, ao tentar pegar o corpo da criança para retirar do local, foi constatado que o mesmo ainda estava vivo. Nesse momento mais uma sessão de correria e desespero para tentar salvar a criança que a princípio aparentava estar sem vida, numa demonstração de falta de preparo de populares, policiais militares e enfermeiros que estavam no local.
De acordo com Valter Oliveira, presidente da Contorno FM, que passava pelo local, no momento do acidente, em nenhum momento após o acidente houve qualquer tentativa de averiguação dos sinais vitais da passageira que ainda estava no veículo e da criança que estava jogada no chão. A mulher foi completamente ignorada e a criança simplesmente foi coberta com um saco preto sem sequer passar pela cabeça dos presentes que eles ainda pudessem estar vivos.
Texto e fotos de Valter Oliveira

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